Houve um tempo em que o sucesso de um departamento de TI era medido pelo tamanho do seu inventário físico. Prateleiras cheias de máquinas, etiquetas de patrimônio e uma luta constante contra a depreciação. Mas o cenário mudou. No Brasil, estamos vivendo a maturidade do Hardware as a Service (HaaS), onde a mentalidade de “ter” está dando lugar à agilidade de “usar”.
A evolução da locação de notebooks no país deixou de ser um recurso para emergências e se tornou o pilar central das empresas que buscam eficiência máxima.
Os números que impulsionam a mudança
Não se trata apenas de uma percepção de mercado, mas de dados concretos. De acordo com projeções da IDC Brasil, o setor de TI mantém uma trajetória de crescimento robusta, com estimativas de alta de 13% para 2025 e 2026. Esse avanço é puxado, em grande parte, pela transição para modelos de consumo flexíveis.
O modelo de PC as a Service (PCaaS) é o grande protagonista dessa história. O relatório da IDC ainda estima que o volume de dispositivos sob contrato no Brasil salte de 350 mil para aproximadamente 640 mil unidades até o final de 2026. Essa aceleração reflete uma busca por previsibilidade em um cenário econômico volátil.
Acer as a Service: capilaridade e propósito
A Acer lançou no Brasil o “Acer as a Service”, uma solução de locação de notebooks e outros equipamentos com suporte e serviços corporativos, disponível em mais de 5.400 municípios e oferecendo manutenção integrada para atender às demandas de TI.
Em parte dessa estratégia, a Acer firmou parcerias com prestadores de serviços (como a Unisys) para ampliar o suporte técnico e agilizar a assistência em campo em redes corporativas.
Além disso, a Acer possui programas de reciclagem e gestão de produtos ao final de sua vida útil como parte de seus compromissos de sustentabilidade.
O próximo nível da gestão de TI
A evolução da locação no Brasil prova que a eficiência operacional hoje é medida pela flexibilidade. Em um mundo onde o trabalho acontece em qualquer lugar, ter um parceiro que garante hardware atualizado, segurança embarcada e saúde financeira não é mais uma tendência, é a nova regra do jogo para quem quer escalar sem amarras.
A pergunta para os gestores brasileiros não é mais “se” devem alugar, mas “quando” vão dar esse passo para liberar capital para o que realmente importa: o crescimento do seu próprio negócio.
