Introdução
A transformação digital trouxe ganhos enormes de produtividade, mas também abriu espaço para uma nova geração de ameaças cibernéticas. A combinação entre nuvem, trabalho híbrido e inteligência artificial mudou a forma como os atacantes operam e, consequentemente, como as empresas precisam se defender.
O Microsoft Digital Defense Report 2025 reúne dados de uma das maiores estruturas de segurança do mundo. A Microsoft processa, hoje, mais de 100 trilhões de sinais de segurança por dia em sua nuvem global, o que permite enxergar com clareza como os ataques estão evoluindo e quais práticas realmente funcionam na defesa.Neste artigo, preparado em parceria entre Acer e Microsoft, reunimos cinco insights do relatório que todo decisor de tecnologia e negócios precisa conhecer, conectando-os à realidade das empresas no Brasil.
1. A IA tornou ataques mais sofisticados e mais difíceis de detectar
Se antes ataques de phishing mal escritos eram relativamente fáceis de identificar, a inteligência artificial mudou completamente esse cenário. Ferramentas de IA generativa permitem que cibercriminosos criem e-mails, mensagens e páginas falsas com linguagem natural, sem erros de gramática e altamente personalizadas para cada alvo.
Em estudos citados pela Microsoft, campanhas de phishing apoiadas por IA chegaram a ser mais de quatro vezes mais eficazes do que versões tradicionais.
Para as empresas, isso exige uma mudança de paradigma:
- treinamento pontual já não basta;
- é necessário criar cultura contínua de conscientização;
- soluções de segurança com IA deixam de ser diferencial e tornam-se essenciais;
- o endpoint (notebook, desktop, mobile) passa a desempenhar papel central na estratégia de defesa.
2. Ransomware e extorsão continuam entre as principais ameaças
Segundo materiais recentes da Microsoft para a América Latina, mais da metade dos ataques investigados envolvem extorsão ou ransomware.
Os criminosos modernizaram seu modelo de negócios: além de criptografar dados, passaram a copiar informações sensíveis, combinando chantagem reputacional com paralisação operacional.
Tendências observadas:
- aumento de ataques em ambientes híbridos;
- foco em setores críticos, como saúde e educação;
- uso de credenciais comprometidas como porta de entrada.
No Brasil, um padrão comum envolve ataques direcionados a empresas de médio porte com infraestrutura de TI descentralizada e equipes reduzidas, onde os cibercriminosos exploram credenciais fracas e a ausência de segmentação de rede para obter acesso inicial e se movimentar lateralmente até alcançar dados críticos e sistemas de backup.
Mitigação exige muito mais que backups:
- políticas rígidas de acesso,
- segmentação de rede,
- autenticação reforçada,
- governança de identidade como eixo central,
- dispositivos corporativos atualizados e protegidos.
3. Identidade é o novo perímetro de segurança
Com o trabalho híbrido e o uso massivo de SaaS, o perímetro não é mais físico – é a identidade digital do colaborador.
Uma parcela expressiva dos incidentes começa com:
- credenciais fracas ou reutilizadas;
- ausência de MFA;
- engenharia social direcionada a usuários privilegiados.
A boa notícia: a Microsoft reforça que MFA bloqueia a imensa maioria das tentativas de acesso não autorizado.
Na prática:
- política de senha precisa ser complementada com MFA em todos os sistemas críticos;
- recursos nativos do Windows 11 Pro, como Windows Hello e Credential Guard, tornam-se essenciais;
- dispositivos devem incluir TPM 2.0, BIOS segura e compatibilidade total com as camadas de segurança do ecossistema Microsoft.
4. Escala é tudo: 100 trilhões de sinais de segurança por dia
A Microsoft analisa diariamente mais de 100 trilhões de sinais de segurança, integrando dados de endpoints, identidades, nuvem, e-mails e infraestrutura crítica.
Essa escala permite que a IA de defesa:
- identifique padrões globais,
- correlacione eventos isolados,
- gere respostas automatizadas em segundos – muitas vezes antes de o usuário perceber algo.
Para as empresas, isso significa que soluções baseadas em ecossistemas robustos são mais eficientes do que estruturas isoladas. Endpoints preparados para operar nativamente nesse ambiente – como os notebooks corporativos Acer TravelMate® com Windows 11 Pro – se beneficiam diretamente dessas camadas adicionais de proteção.
5. Defesa eficaz começa no endpoint e passa por escolhas de hardware
A Microsoft reforça que segurança não é apenas software – começa pelo dispositivo.
Diferenciais importantes incluem:
- TPM 2.0 para criptografia e proteção de credenciais;
- integração com BitLocker e demais camadas do Windows 11 Pro;
- autenticação biométrica com Windows Hello;
- robustez física e certificações militares.
Na prática, escolher o notebook certo é uma decisão de segurança, não só de performance.
Com o fim do suporte do Windows 10 em outubro de 2025, dispositivos desatualizados deixam de receber atualizações de segurança, ampliando a superfície de ataque — especialmente diante de ameaças mais sofisticadas impulsionadas por IA. A atualização para Windows 11 Pro em dispositivos Acer TravelMate® torna-se uma ação crítica para manter identidade, endpoints e dados protegidos de acordo com as recomendações do Microsoft Digital Defense Report 2025.
É aqui que a parceria Acer & Microsoft se destaca. Os dispositivos Acer TravelMate® com Windows 11 Pro foram projetados para ambientes corporativos, combinando segurança, durabilidade e facilidade de gerenciamento.
Como Acer & Microsoft podem apoiar sua estratégia de cibersegurança
A cibersegurança hoje impacta diretamente continuidade do negócio, reputação e competitividade.
A partir dos insights do Microsoft Digital Defense Report 2025, fica claro que:
- IA é usada tanto para atacar quanto para defender;
- ransomware e phishing continuam em alta, agora mais sofisticados;
- identidades e endpoints são pilares da proteção;
- escala e integração de dados fazem diferença real na resposta a incidentes.
Na Acer Empresas, unimos a robustez do hardware corporativo Acer à tecnologia de segurança da Microsoft. Atuamos com:
- renovação de parque de TI,
- equipamentos preparados para Windows 11 Pro,
- políticas de uso seguro em ambientes híbridos,
- modelos de locação (HaaS) que facilitam atualização constante.
Se quiser aprofundar o tema, recomendamos a leitura completa do Microsoft Digital Defense Report 2025 e a revisão do nível de prontidão dos endpoints da sua empresa.
Acer & Microsoft estão à disposição para transformar esses insights em ações práticas para sua organização.
Entre em contato com seu representante Acer e saiba mais!

